Segundo Michel, a música faz uma reflexão sobre a busca por certezas. “‘Nenhum Ponto Final’ fala sobre a recusa em aceitar certezas prontas. A música parte da ideia de que muitas respostas que recebemos sobre o mundo são, na verdade, formas de aliviar o medo e o sofrimento diante do desconhecido, daquilo que não controlamos”. “Nenhum Ponto Final”, de acordo com Michel, integra uma narrativa que vem sendo construída desde o primeiro lançamento da Fatigati, em que as canções surgem a partir de experiências pessoais e reflexões sobre o tempo, escolhas e amadurecimento. “As músicas nascem de inquietações existenciais que surgem da própria experiência de vida. Com o tempo percebi que elas acabam formando uma narrativa quase involuntária, como se cada composição representasse uma etapa de um processo de amadurecimento.” |