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Gravado, mixado e masterizado no Red Star Studio, em São Paulo, o álbum foi produzido por Henrique Khoury, responsável também pela edição anterior, lançada em LP. Na época o formato influenciou diretamente a seleção inicial do repertório. Segundo o vocalista Clemente Nascimento, a limitação física da mídia foi determinante: “foi uma escolha difícil, pois a prioridade era o vinil, que é uma mídia física com um limite de músicas, por isso, estrategicamente seguramos essas 8 faixas para a versão digital”. Para o lançamento atual, o grupo disponibilizou o material acústico gravado durante o projeto na íntegra. “Agora temos todo o repertório que gravamos em formato acústico nessa versão Deluxe nas plataformas”, afirma Clemente. A canção escolhida para divulgar o novo disco é a versão desplugada de “Quanto Vale a Liberdade”, do Cólera, lançada pela primeira vez na coletânea Sub (1983), organizada pelo Redson, vocalista e guitarrista do grupo na época. Em 2001 o Inocentes já havia registrado a música no álbum "O Barulho dos Inocentes". “Essa é um clássico, adoro essa letra do Redson. Já tínhamos gravado uma versão com um sexteto de cordas para o ‘Barulho dos Inocentes’ e agora fizemos uma versão mais fiel ao original”, revela o vocalista.
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