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Com arranjos que unem o rock alternativo a elementos do reggae, incluindo percussão, trompete e trombone, a faixa propõe uma reflexão sobre as relações contemporâneas através de uma paisagem imagética criada pela banda. “Essa música fala muito sobre se relacionar com alguém que não sabe exatamente o que quer. Existe uma entrega muito grande de uma das partes, mas também esse lugar mais silencioso de quem só observa tudo acontecendo”, conta o vocalista João Pedro Rydlewski. “Eu já vivi isso em diferentes momentos — e em ambos os papéis (risos) — e essa música vem muito desse lugar de se dar por inteiro enquanto o outro muda o tempo todo. Por isso, eu trouxe a natureza como metáfora, com seus ciclos e movimentos, que acabam refletindo essa instabilidade dentro da relação", revela.
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