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Formada em 2009 na zona norte de São Paulo, a Chuva Negra construiu sua identidade no circuito underground, transitando por diferentes vertentes do punk. Composta por Rodrigo (voz), Mateus e Thiago (guitarras), Gabriel (baixo) e Fernando (bateria), a banda se consolidou ao longo dos anos como parte do que define como “rock não famoso”, mantendo atuação independente desde a origem. O álbum “Surf” apresenta uma proposta aberta de interpretação. “É o oposto de conceito, mas pode ser um conceito também, depende de quem observa”, afirma o vocalista Rodrigo. “Pode ser o ‘supérfluo’, ‘superficial’ ou ‘não importante’… ‘surfar’ pode ser ‘andar por cima’ ou ‘viver’. Esse mantra se repete pelo álbum inteiro”, completa. Produzido, mixado e masterizado por Philippe Fargnoli — que também assinou a masterização específica para o vinil —, o disco representa, segundo a banda, um momento de maior cuidado no processo criativo. “Foi o primeiro álbum que fizemos uma pré-produção. Tivemos calma para decidir o que iria ou não ser registrado. Este álbum representa nossa música do jeito que sempre queríamos”, revela Rodrigo.
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