Frequency Junction estreia com proposta para viabilizar lançamentos de bandas independentes em vinil
Frequency Junction estreia com proposta para viabilizar lançamentos de bandas independentes em vinil
Fernando Jorge, CEO da Frequency Junction, destaca a prensagem sob demanda para transformar álbuns engavetados em lançamentos em vinil
A Frequency Junction nasce como um selo independente e sem fins lucrativos com um objetivo claro: ajudar bandas de rock a lançarem seus álbuns em vinil de forma viável e sustentável. O selo inicia suas atividades selecionando quatro bandas para validar o modelo de operação, com foco inicial no Brasil.
A proposta é simples e direta: trabalhar com bandas que já possuam seus álbuns finalizados, masterizados e com arte pronta. A Frequency Junction não atua na produção musical, mas na prensagem, estruturação e distribuição dos lançamentos. "A Frequency Junction existe para tirar grandes discos da gaveta e colocá-los finalmente no vinil, de forma simples, honesta e viável para bandas independentes", afirma Fernando Jorge, fundador e CEO da Frequency Junction.
A motivação por trás da iniciativa é pessoal. O rock sempre teve papel fundamental na trajetória de Fernando Jorge, e a Frequency Junction surge como uma forma de retribuir ao cenário musical. "Muitas bandas acabam com excelentes álbuns engavetados devido aos altos custos de prensagem, e o selo busca resolver exatamente esse problema, aproveitando acesso direto a fábricas e canais de distribuição nos Estados Unidos", observa o CEO da Frequency Junction.
As primeiras bandas a integrarem o projeto são Twilight Aura, Nite Stinger, Phantom Star e Luna's Tangram, trazendo lançamentos dentro do hard rock, heavy metal tradicional, prog metal e AOR, respectivamente. "Ao iniciar com apenas quatro bandas, a Frequency Junction pretende validar cuidadosamente o modelo operacional, oferecendo atenção total a cada lançamento e construindo uma base sólida para futura expansão", destaca Fernando Jorge.
A proposta prevê tiragens iniciais limitadas, evitando excesso de estoque e tornando os lançamentos mais viáveis para bandas independentes. Parte das cópias é destinada aos próprios artistas a preço de custo, enquanto outra parcela segue para revenda nos Estados Unidos e Europa por meio de plataformas como Discogs e Bandcamp, além de outros canais especializados.
Em um cenário onde o vinil volta a ganhar relevância mundial, superando o CD em diversos mercados, a Frequency Junction busca tornar novamente acessível o formato físico para bandas independentes. Com investimento relativamente baixo, os artistas conseguem transformar seus trabalhos em LPs prensados nos Estados Unidos, com acesso à distribuição internacional e presença em lojas selecionadas no Brasil.
"Todo o risco financeiro permanece sob responsabilidade do selo, enquanto a distribuição no Brasil acontece de forma enxuta, por meio de poucas lojas parceiras. Eventuais lucros poderão ser revertidos diretamente às bandas ou utilizados para financiar novos projetos. Os artistas também mantêm 100% dos direitos sobre suas obras, sem contratos abusivos ou participação futura por parte do selo", conclui o CEO da Frequency Junction.
Site relacionado: https://www.
E-mail: fj@frequencyjunction.com
Nota na ASE Music: https://tinyurl.com/
Foto CEO Fernando Jorge (Crédito: Divulgação): https://tinyurl.com/
Logo FJ: https://tinyurl.com/fjlpslogo
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Ricardo Batalha | ASE Music
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